....................In your hands is the power of the empire...............

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PDC course July and Summer Permaculture Intensive Internship program

PDC course July and Summer Permaculture Intensive Internship program
Join us to know all about Permaculture
Permaculture is to live in harmony with nature providing for human needs and the needs of the ecosystems

Curso de iniciação na Fábrica do braço de Prata

Mais um curso de iniciação ao mundo da Permacultura em Lisboa e desta vez a revolução silenciosa visita a Fábrica do braço de prata, antigo local de construção de armamento.

Inscrições e mais informações em:


Localização FÁBRICA DO BRAÇO DE PRATA

Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº1,

Lisboa (em frente aos Correios do Poço do Bispo)

Data : Fins de Semana de 22-23 e 29-30 de Maio 2010
 
Os tempos mudam e as armas transformam-se em ferramentas de jardinagem, há coisas que nunca mudam...e há outras que mudam mesmo.

Cogumelos e óleo / Mushrooms and oil



E esta é talvez a maior revelação de 2010...cogumelos comestiveis que decompoêm OLEO...

Em 2007 houve um derrame de petróleo em S. Francisco e tentaram-se arranjar soluções para remediar a situação.
Foi feita uma parceria entre Lisa Gautier e Paul stamets.

Através da doação de discos de cabelo humano para ensopar o petróleo, restou a pergunta: O que fazer com ele?

É aqui que entram os fungos:

O género Pleurotus, sendo de boa boca, como se costuma dizer, adapta-se e decompõe quase todos os substratos orgânicos imagináveis, não sendo, contudo, o petróleo um problema para este organismo.

Assim, depois de absorvido o petróleo, fez-se uma lasanha de spawn (semente do cogumelo), palha e o cabelo ensopado de óleo que serviram de substrato para o fungo se desenvolver, transformando-o em pura matéria orgânica.

Os vídeos clarificam tudo isto:
 
 
 
Podem também visitar http://www.fungi.com/melhor um dos melhores sites de cultivo de cogumelos .
 
Fica um agradecimento especial ao Fernando do "The dark side of the shroom" pela agradável partilha.

Some Unusual & Interesting Facts About Mushrooms


1. Mushrooms are fungi. Fungi are as uniquely different from plants as plants are from animals. In fact, fungi and animals are now in the same super-kingdom, Opisthokonta.

2. Fungi recycle plants after they die and transform them into rich soil. If not for mushrooms and fungi, the Earth would be buried in several feet of debris and life on the planet would soon disappear.

3. The oldest mushroom found in amber is from 90 million years ago—a Cordyceps. Scientists recently discovered a fossil first uncovered in 1859 and named Prototaxites, dating back more than 420 million years, a time when the tallest plants were around 2 feet tall. Prototaxites was 3 feet tall laying down, but if standing was nearly 30 feet high. In either case it would be the tallest organism on land...and it was a giant fungus!

4. Some of the oldest living mushroom colonies are fairy rings growing around the famous Stonehenge ruins in England. The rings are so large that they can best be seen from airplanes.

5. Some mushrooms produce compounds that fight cancer! This was discovered when scientists in Japan found that a community had unusually low cancer rates. The scientists discovered that the members of the community grew and ate many Enokitake mushrooms!

6. You can make beautiful colors by boiling wild mushrooms andipping cloth in the resulting broth. The books Mushrooms for Dyes, Paper, Pigments & Myco-Stix™ and The Rainbow Beneath My Feet tell you how to make dyes with mushrooms (get your parents to help you).
7. Many mushrooms grow towards light, following the sun just like plant. Unlike with plants, scientists do not yet know how mushrooms use sunlight; only that they do.

8. The spores of mushrooms are made of chitin, the hardest naturally-made substance on Earth. Some scientists suspect that mushroom spores are capable of space travel; a few even believe that some fungi found on Earth originally came from outer space! (Others believe that people who think this must be from outer space themselves.)
9. Under the right conditions, some mushrooms' spores can sit dormant for decades or even a century, and still grow!

10. Mushrooms are useful not only as food and medicine; some are also being used in bioremediation, to absorb and digest dangerous substances like oil, pesticides and industrial waste, in places where they threaten the environment.

1ª Iniciativa de jardins de guerrilha em Portugal




A Toca do Rebento junta-se à familia do trocal de Lisboa para fazer um jardim de guerrilha pela 1a vez em Portugal, e celebrar o dia mundial da guerrilha do girassol, parece-me uma boa oportunidade de começar este movimento neste País.

Precisamos de :
Material de jardinagem
Sementes quantas mais melhor
Composto
Agua
Palha
Plantas já germinadas ou arvores
Coragem e força interior para criar uma guerrilha urbana de ...mensageiros da biodiversidade.

Iremos fazer bombas e granadas de sementes mais umas quantas peças de artilharia germinatória ; )

http://trocal.pegada.net/lisboa/

Mais info sobre como está a ser feito por todo o mundo em:

http://www.guerillagardening.org/

Fica o convite a todos os resistentes urbanos e o desafio a toda a comunidade para sairem à rua no dia 1 de maio para plantar girassol, registarem e partilharem as vossas conquistas.



Harmony Farm - Permaculture In Cambodja

This is an interesting project because of its top-down approach to development aid and integration of Permaculture.


These small-scale places that combine food production, schools and residences should exist across developed and under development countries alike.

They are not only an insurance against poverty but also a powerful link with community and nature.

Ainda há pastores?



Barragens NÃO !!!









Petição contra a construção de mais Barragens em portugal

Lanço o pedido a todas as pessoas desta comunidade para que assinem a petição contra a construção de mais barragens no Rio Tua e nos rios portugueses, construção essa que apenas irá beneficiar a EDP e os construtores das barragens, levando a um cada vez maior despovoamento do interior de portugal e à perca de biodiversidade e de espécies únicas dos rios portugueses.

Deixo mais abaixo os links onde podem assinar a petição e também enviar uma carta directamente aos deputados do parlamento a manifestar a vossa opinião.

Ficam aqui também os videos do Jorge Pelicano a falar sobre o seu filme depois da exibição











Podes assinar a petição AQUI

Podes também enviar uma carta directamente aos deputados do parlamento que estão a favor da construção das barragens AQUI

http://www.pareescuteolhe.com/


"Militante e interventivo Pare, Escute, Olhe mostra o quotidiano de uma região esquecida e despovoada, vítima de promessas políticas incumpridas e que agora é ameaçada por uma barragem que submergirá a centenária linha de caminho-de-ferro do Tua e todo um património único".
Pare, Escute, Olhe, é um convite à reflexão, parar sobre aquela realidade, escutar as pessoas e as suas reivindicações, olhar para as consequências. O documentário tem levantado questões e lançado o debate na internet e sociedade civil. Estão a ser realizadas sessões por todo o país para conhecer, debater e trocar pontos de vista sobre esta realidade".
Esta manifesta! está integrada num dia internacional de acção contra os transgénicos, focando-se no actual problema da tentativa de introdução de Arroz Transgénico em Portugal, e representando solidariamente também o dia da Luta Camponesa (no 17 de abril de 1996, 19 camponeses foram assassinados durante uma manifestação do “Movimento dos Sem Terra”, pela policía brasileira. Desde então assinala-se o Dia Internacional da Luta Camponesa, em memória dos falecidos e pelas lutas dos camponeses em geral.)



Os transgénicos ameaçam a nossa saúde e o meio ambiente. Contaminam outros cultivos e destroem a agricultura familiar, agravando a fome no mundo. A coexistencia não é possível. Somos consumidores/as e agricultores/as e temos o direito e a responsabilidade de conhecer e decidir como e onde se produzem os nossos alimentos.

Alguns dos perigos destes cultivos para o meio ambiente e para a agricultura são o aumento do uso de tóxicos (pesticidas e herbicidas) na agricultura, a contaminação genética, a contaminação do solo, a perda de biodiversidade, o desenvolvimento de resistências em insectos ou os los efeitos não desejados noutros organismos. Os efeitos sobre os ecossistemas são irreversíveis e imprevisíveis.

Os transgénicos reforçam o controlo da alimentação mundial por parte de meia dúzia de empresas multinacionais. Os países que os adoptaram massivamente o cultivo de transgénicos são agora exemplos crassos de uma agricultura não sustentável. Na Argentina, por exemplo, a entrada massiva de soja transgénica exacerbou a crise da agricultura com um alarmante aumento da destruição dos seus bosques primários, o deslocamento de camponeses e trabalhadores rurais, um aumento do uso de herbicidas e uma grave substituição da produção de alimentos para consumo local.

A solução para a fome e desnutrição passa pelo desenvolvimento de tecnologias sustentáveis e justas, pelo acesso aos alimentos e emprego de técnicas de agricultura ecológicas. A indústria dos transgénicos utiliza o seu poder comercial e influencia a política para desviar os recursos financeiros que requerem as verdadeiras soluções.

Free or not free ? That is the question !







Climategate - A farsa do aquecimento global


Solar X-rays:

Geomagnetic Field:
<><><>>

Status

Status
From n3kl.org









Notas sobre a conferência da “ Conferência de Copenhaga e o Climategate” que decorreu em Lisboa a 23 de Março
Intervenientes:

Prof Delgado Domingues, jubilado, do IST.

Prof João Corte Real, jubilado, decano dos meteorologistas em Portugal, da Universidade de Évora.

Virgílio de Azevedo do Expresso.


CLIMATEGATE


O escândalo a que se deu o nome de Climategate, resulta no facto de a Ciência se ter mercantilizado, e da actual forma de financiamento dos projectos de investigação pelos mecenas ou empresas.

O Economist já pôs em causa os processos de financiamento dos projectos de investigação. O financiamento deve-sea lóbis e não a mérito. Nem sempre os que têm mais visibilidade são os mais capazes.

Os cientistas em Portugal não tomaram posição quanto ao Climategate. Recearam represálias (com razão) na evolução das carreiras académicas e na atribuição de eventuais subsídios. Só os aposentados reagiram.

Existe uma corrupção dos métodos que descredibiliza a Ciência nomeadamente a do Clima.

Os políticos estão mal informados pelos centros científicos e não podem tomar decisões mais adequadas.

A política comprou a Ciência e esta acabou por não auxiliar os políticos que deixaram de ter uma visão adequada darealidade.

Incrivelmente as questões da Ciência passaram a ser tomadas como questões de fé.

Os dados base (observações no terreno) foram alterados e ajustados para os fazer coincidir com o modelo.

É o caso do famoso gráfico “hockey stick”.

O correcto seria adaptar o Modelo para o adequar às observações (realidade).

O que se fez foi alterar os modelos com o conhecimento de posteriori.

Estamos a ter alterações climáticas mas não provocadas pelo Homem (antropomórficas). De facto podemos estar numa fase de arrefecimento global!!!

Hoje está a ser posta em causa a localização dos centros meteorológicos que em grande parte estão localizados nos centros urbanos onde as temperaturas do ar são mais elevadas, deturpando assim o resultado do valor médio real deste parâmetro.

Na defesa do mundo académico e científico, o Institute of Phisics tomou recentemente uma posição publica sobre os princípios básicos da Ciência que foram postos em causa com este escândalo. Isto revela a preocupação e alarme que actualmente existe quanto à perda de credibilidade da Ciência.

Devemos separar a questão climática da energética (renováveis). A questão climática foi útil para a aceitação das

Energias Renováveis e da aceitação pelos contribuintes dos respectivos subsídios do Estado para essas energias.

As energias Renováveis implicam a existência de subsídios do Estado sem os quais são inviáveis. Somos todos a pagar.

Os media apenas deram relevo aos consensos (alarmistas) e não às posições opostas (cépticos).

A Ciência não se faz com consensos, mas sim com rupturas e mudanças, e no caso do Clima existiram demasiados consensos.

A internet e os blogs revelaram‐se de primeira importância na denúncia das posições oficiais sobre o Clima.

Objectivos da Conferencia de Copenhaga:

‐ redução de 20% das emissões de CO2 até 2020;

‐ redução de 2 ºC da temperatura da atmosfera até 2050;

‐ estabelecimento de um mercado global de CO2;

‐ nenhum país ficaria de fora destes acordos.

Resultado: ZERO em tudo.

Seria o estabelecimento de uma Nova Ordem Mundial (NWO) se os países em desenvolvimento (Brasil, China, Índia e África do Sul) não tivessem como tiveram um papel central e decisivo.

A Europa perdeu em toda a Linha. Já não é considerada como já foi.

O chamado “Aumento dos Fenómenos Climáticos Extremos” não se pode provar. É algo que fica fora dos limites estabelecidos como normais dentro da curva de Gauss. É um argumento muito utilizado e que dá para tudo, quando existe muita chuva, muito frio, muito calor, etc, que esteja para lá do que se entende por normal, e o normal não sabemos o que é.


ATMOSFERA

O Sol é determinante no desenvolvimento da temperatura da atmosfera do Planeta e no Clima.

O Sol descarrega sobre a Terra num único dia, e energia que daria para o consumo da Humanidade durante 100 anos, aos consumos actuais.

A Atmosfera combina variados parâmetros como a Temperatura, Tempo (metrologia), etc.

A Atmosfera move‐se por ser aquecida desigualmente, devido à actividade solara e a outros aspectos.

As características comportamentais da Atmosfera são:

‐ não linear;

‐ de múltiplas escalas;

‐ com mecanismos de realimentação;

‐ teleconexão;

‐ irregular, turbulenta e caótica.

Meios de observação da atmosfera:

‐ radar;

‐ satélite;

‐ outros.

Por isso conhecemos

Devido à elevada complexidade da observação da Atmosfera existe necessidade de cooperação internacional.

As instituições que regulamentam a observação da Atmosfera, recolhem dados e os tratam encontram‐se tuteladas

pela ONU.

O IPCC é o organismo da ONU fundado apenas em meados dos anos 90 para acompanhar as alterações climáticas.

Componentes da atmosfera: N2, O2, H2O, Argon, CO2+CH4 (que em conjunto representam apenas 0,04% da atmosfera).

CO2

Apenas ao CO2 e CH4 são responsáveis pelo efeito de estufa que origina o aquecimento global.

O efeito de estufa é natural e benéfico. Se não existissem estes dois gases a temperatura seria inferior em 30 ºC.

Se imaginarmos os CO2+CH4 subirem para o dobro (0,08%), a temperatura subiria apenas 1ºC.

O problema do aumento de temperatura reside no aumento de vapor de água na atmosfera. Trata‐se de um efeito de retroacção.

Não é claro que o aumento de CO2 implique num aumento de temperatura da atmosfera porque não existe um efeito isolado do CO2.

O teor de CO2 já foi elevado noutras épocas.

CLIMA

Clima é o resultado da interacção do Sol com a atmosfera.

Tempo é diferente de Clima.

Tempo deriva e é determinado pela estatística.

Clima é um apuramento do Tempo durante vários períodos para estabelecimento de uma tendência.

Tempo é previsão a curto prazo e Clima é projecção a longo prazo.

Alteração Climática é a constatação de uma alteração de grandezas atmosféricas relativamente às estatísticas apuradas.

Temos climas passados, temos climas presentes, mas não temos uma teoria convincente sobre o Clima.

Está registado que entre 1856 e 1999 a temperatura média do ar subiu 0,56 ºC.

A temperatura da atmosfera deixou de subir a partir de meados dos anos 90. Na realidade baixou +‐ 0,5 ºC nos últimos 15 anos.

O Tempo é regido por um conjunto de equações complexas que se desconhece como resolver. Por este motivo são aplicados métodos numéricos que vão originar os Modelos.

MODELOS

Os modelos de clima evoluíram muito desde os anos 70, na medida em que se iam incluindo variáveis e ajustando o seu inter‐relacionamento.

O grande argumento do Aquecimento Global Antropomórfico é o facto de os resultados observados coincidirem, mais ou menos com os modelos, sendo que o forçamento antropomórfico valida esses os modelos.

O IPCC estabeleceu emissões futuras de CO2 para a Humanidade e com isso gerou modelos com projecções de cenários futuros de Clima.

A atmosfera ou o clima desenhados pelos modelos não correspondem à realidade mas sim aos dos modelos.

Os modelos fazem projecções ou produzem cenários futuros de clima. A Meteorologia faz previsões.

O Modelo não se baseia na Fisica mas sim em métodos numéricos para fazer projecções.

O CO2 não é dominante num processo de Aquecimento Global, e os Modelos não têm resposta para este facto.

Os modelos não são nem podem ser produtos perfeitos.

Não existe capacidade de reduzir o CO2 de modo que as temperaturas desçam e muito menos os 2 ºC como se pretende até 2050. Trata‐se de uma fantasia.

Resumo da conferência sobre “Conferência de Copenhaga e Climategate”


Olá a Todos

Dei notícia de uma conferência com o título “A Conferência de Copenhaga e o Climategate” que decorreu ontem em Lisboa, e como penso que estes temas são importantes para um apuramento do espírito crítico de Todos e portanto do colectivo do PP, vou tentar partilhar convosco um resumo das ideias chave que ali foram apresentadas, e vou tentar fazê‐lo em três linguagens: científica, polida e popular. Escolham a vossa.

(Vou tentar fazer e partilhar com todos mais tarde um pdf com as notas que consegui recolher na conferência.)

Intervenientes:

Prof Delgado Domingues, jubilado, do IST. E reconhecidamente activo, competente e polémico.

Prof João Corte Real, jubilado, decano dos meteorologistas em Portugal, da Universidade de Évora, com um currículo científico elevadíssimo, (quase) inquestionável.

Virgílio de Azevedo do Expresso e que esteve presente na Conferência de Copenhaga.

IDEIAS CHAVE

Em linguagem científica

Aqui interessa esclarecer antes de mais que os cientistas nunca dizem sim nem não, referem apenas se a probabilidade da ocorrência de um dado acontecimento é alta ou baixa.

Para compreender esta tomada de posição foi lá explicada a curva de distribuição normal, a conhecida curva de Gauss, que é a base do cálculo de probabilidades.

‐ CO2. Existe baixa probabilidade de o CO2 ser o causador das Alterações Climáticas.

‐ Alterações Climáticas. Não existem certezas quanto à pretensão de existirem Alterações Climáticas. Precisamos de tempo de observação das variáveis atmosféricas, ainda assim não serão de origem antropogénica.

O Clima é determinado pela interacção do Sol com a Atmosfera.

‐ Ciência-Vivem‐se momentos difíceis no mundo científico pelo facto da sua credibilidade ter sido posta em causa, mas existe capacidade de reafirmação dos princípios básicos da ciência tal com fez recentemente o Institute of Physics precisamente com a intenção de repor essa credibilidade.

‐ Modelos. Os Modelos existem para fazer projecções, não previsões. O recurso aos métodos numéricos resulta da incapacidade de solucionar as equações conhecidas de um dado processo.

São úteis para a tomada de decisão mas devem ser permanentemente ajustados à realidade em face das observações no terreno.

Os Modelos não são Física. Os Modelos devem ser constantemente questionados.

Em linguagem polida

‐ CO2. O CO2 não é o causador das Alterações Climáticas.

‐ Alterações Climáticas. Aquilo a que designamos de Alterações Climáticas são apenas situações climáticas pontuais que por si só não determinam tendências.

‐ Ciência. A Ciência foi posta em causa, mas existem potencialidades de se regenerar. Prova disso será o facto de se crer que a denúncia do que se estava a passar ter sido de dentro da Universidade envolvida. Que provavelmente se sabe quem denunciou mas que estará protegida por lei, lei essa que existe precisamente para salvaguarda das instituições, neste caso da Universidade de Anglia e da Ciência, ela própria.

‐ Modelos. Os dados base (observações no terreno) foram alterados e manipulados para fazer coincidir a curva de evolução do Aquecimento Global com a curva do Modelo, como é o caso conhecido da curva “hockey‐stick”. A metodologia é precisamente o oposto, fazer ajustar o Modelo aos dados base.

Em linguagem popular

‐ CO2. O mito do CO2 ser o causador das Alterações Climáticas caiu por terra com o escândalo Climategate embora este aspecto já tivesse sido colocado pelos cientistas chamados “cépticos” desde pelo menos meados dos anos 90 sem que os centros de poder os quisessem ouvir pois punham em causa o negócio das transacções de CO2 em bolsa, e sua taxação directa e indirectamente aos cidadãos (taxas verdes).

‐ Alterações Climáticas. As Alterações Climáticas começaram a ser mencionadas quando começou a ser complicado mencionar o Aquecimento Global pois a temperatura media da atmosfera está a descer desde à 15 anos. Foi o recurso encontrado para criar aceitação dos cidadãos para aplicação das taxas verdes.

‐ Ciência. A Ciência foi muito mal tratada neste processo e isso resulta de ter sido corrompida pelos processos de financiamento dos projectos de investigação. Os mecenas são lóbis que direccionam o sentido das investigações, que neste caso era a necessidade de encontrar um culpado aceite por todos como tal, o CO2. Assim se estabeleceu a ideia de “poluidor‐pagador” de algo que nem sequer é poluente.

‐ Modelos. Os Modelos foram utilizados ao invés, modificam‐se os dados para dar o resultado pretendido. São instrumentos de processos de fé, deixou de ser Ciência. Foram eliminados pontos de recolha de dados, de modo que actualmente quase a totalidade dos que existem estão em zonas urbanas como convém para o registo de temperaturas mais elevadas da atmosfera. Os Modelos são utilizados para fazer previsão quando servem apenas para traçar cenários que podem ou não vir a ocorrer.

Para terminar vou transcrever uma pergunta de uma estudante de Engenharia do Ambiente e a correspondente resposta do Prof Corte Real.

P: É crucial a redução do CO2 assim como a transição para as energias renováveis?

R: Quanto ao CO2 eu diria não. Quanto às energias renováveis diria que não tenho nada contra, mas apenas por uma questão estritamente energética (fontes de energia), e não pela redução das emissões de CO2.

Um Abraço a Todos

“Não existem soluções para problemas que se desconhecem"



Agradecimento especial ao João Jorge pela valiosa partilha

Sopa de Urtiga

Para quem nunca provou cá vai uma receita que descobri pela "Biblioteca de Alexandria" : )


Rica em ferro ( a sopa pode combater a anemia, mas o ideal é controlar a taxa de ferro com um médico e eventualmente tomar medicamentos à base de ferro)



Muito Importante
Não consumir urtiga após a floração da planta porque os seus espinhos fixam-se nos rins.

INGREDIENTES

Para uma sopa de urtiga, para cerca de 3 pessoas:

- 300 gr de urtiga (fresca)
- 250 gr de batata
- 1.5 litro de água
- 1 pitada de sal

- Pimenta

- Caldo

- Manteiga

PREPARAÇÃO

- Retire os caules das folhas de urtiga

- Lave cuidadosamente as folhas de urtiga (observação: as urtigas picam, portanto, para evitar esse problema, pode colocá-las por um breve instante na água quente)
- Corte as folhas em fatias finas

- Corte as batatas em rodelas

- Coloque as folhas de urtiga e as batatas  numa panela com água e cozinhe em fogo baixo por 20 minuto. Adicione um pouco de caldo e sal.

- Você pode servir a mistura diretamente ou colocá-la em um processador.

- Adicione um pouco de manteiga, natas e/ou pimenta.

Bom apetite!

POSOLOGIA

- Consuma uma vez ao dia

Com todo o ferro que podes receber duma sopa de urtiga ficas firme e hirto para lutar contras as crises alimentares que podem surgir...


Foto
Fonte

Cogumelos Venenosos

Muito se fala dos cogumelos venenosos, na dúvida é sempre melhor não arriscar.



A principal causador de problemas é o amanita phalloides pela sua alta toxicidade.




Não se deve cair em alarmismos mas é bom saber falar a mesma lingua que a natureza para se conhecer a fundo os seus segredos.



Mais informação sobre cogumelos AQUI

A familia das alfavacas

Quem não tem uma destas no quintal ?

 
Pertence à familia das alfavacas e encontram-se por todo o lado


 As do meu quintal são as Euphorbia peplus, quais é que são as do teu ?

Use with caution

Para uns é praticamente desconhecida e potencialmente tóxica, para outros pode ser a cura contra o cancro da pele

A família das Euforbiáceas (Euphorbiaceae) constitui um vasto e variado grupo de plantas
com flor, contando actualmente com mais de 240 géneros e cerca de 5.000 espécies, sobretudo
concentradas na América tropical e África mas estendendo-se também às regiões temperadas.
Existe uma grande diversidade morfológica, desde logo porque aqui estão incluídas ervas,
arbustos e árvores, mas igualmente plantas espinhosas, suculentas ou semelhantes a cactos.

Mais informação sobre estas plantas em Portugal AQUI

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